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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Brasileiros são os que se consideram mais gordos na América Latina

Uma pesquisa realizada em 56 países, incluindo todos da América Latina e Brasil, concluiu que entre os latino americanos, os brasileiros são os que mais se consideram acima do peso, totalizando 62% de sua população. Número superior à média global, que é de 53%. Os dados são da Pesquisa Global da Nielsen, divulgada nesta terça-feira (24).

América do Norte, Europa e América Latina superam a média global e possuem, respectivamente, 63%, 58% e 58% da população que se consideram acima do peso ideal.No Brasil, 43% se consideram um pouco acima do peso, 16% acima do peso e 3% muito acima do peso. Números bem diferentes dos colombianos, por exemplo, que são os que mais se consideram próximos do peso ideal, com 44%, e dos chilenos que representam 8% da população muito acima do peso. A pesquisa foi realizada com mais de 25 mil entrevistados com acesso à internet.

Para os latino-americanos, a dieta é a melhor opção (74%) para perder peso, seguida da prática de exercícios físicos (61%). Entretanto, o número de pessoas que preferem emagrecer a base de medicamentos emagrecedores prescritos por médicos fica acima da média global (8%) na região. E ainda maior no Brasil, onde 12% dos entrevistados disseram utilizar os medicamentos com prescrição.

Tabela nutricional continua uma "incógnita"

A pesquisa da Nielsen também demonstra que 7% dos entrevistados no mundo não entendem as informações nutricionais nas embalagens de alimentos. Ao todo, 52% entendem parte da tabela e 41% compreendem quase todas as informações. Na América Latina, 52% dos consumidores com acesso à Internet não entende "nada" ou apenas "uma parte" das informações nutricionais contidas nas embalagens. Os consumidores na Ásia-Pacífico apresentam os níveis mais baixos de entendimento das tabelas nutricionais, especialmente na China e em outros mercados do sudeste asiático. Em contrapartida, mais da metade dos consumidores da América do Norte (57%), afirmaram entender "quase tudo" das informações nutricionais.Mas quando o assunto é confiança, os consumidores latino-americanos são os que mais confiam nas informações nutricionais das embalagens. Quando se trata de confiar no "teor saudável", 22% deles consideram sempre precisas ou verdadeiras, em comparação a uma média global de 19%.

Latinos controlam colesterol com margarina

A maior parte dos entrevistados concorda que há benefícios em ingerir alimentos com grãos integrais com alto teor de fibras para promover uma alimentação saudável. Mais de um terço (35%) dos consumidores declararam comprar estes produtos regularmente, 36% compram ocasionalmente e 11% nunca adquiriram estes alimentos.Entretanto, as diferenças regionais refletem hábitos e tradições únicas aos paladares locais. Por exemplo, enquanto leite de soja fica em quarto lugar na lista de produtos comprados regularmente na região Ásia-Pacífico, ocupa a última posição entre 10 diferentes alimentos para a Europa, o Oriente Médio/África, e a América Latina. De forma semelhante, óleos e margarinas para controle de colesterol são mais populares na América Latina (73%), no Oriente Médio/África (71%) e na América do Norte (64%), onde os entrevistados declaram comprar estes alimentos regularmente.Pães enriquecidos com cálcio ou outras vitaminas são escolhas regulares para aproximadamente seis em cada 10 consumidores na Ásia-Pacífico, no Oriente Médio/África e na América do Norte, em comparação à cerca da metade dos latino-americanos e um quarto dos europeus.

Cidadão aderem à contagem calórica

Ainda de acordo com a pesquisa, 49% dos entrevistados são a favor da inclusão de informações calóricas nos cardápios dos restaurantes fast food. Essa ideia é mais forte entre consumidores da América Latina (64%), em seguida da América do Norte (56%) e da Europa (53%). No Oriente Médio e África, menos de um terço (28%) dos entrevistados consideram que informações calóricas sempre deveriam ser incluídas em cardápios de restaurantes tipo fast food. Quando se trata de restaurantes de redes (não tipo fast food) e restaurantes independentes, respectivamente, 41% e 31% de todos entrevistados afirmaram que gostariam de saber a as informações calóricas do cardápio, independente do segmento.

Fonte: site R7

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